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Como escolher o óculos de sol perfeitos para o seu Estilo e saúde
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Como escolher o óculos de sol perfeitos para o seu Estilo e saúde

Escolher um bom óculos de sol vai muito além de achar uma armação bonita no espelho. Quem nunca experimentou um modelo incrível na vitrine e, cinco minutos depois, percebeu que ele não combinava nem com o rosto nem com a rotina? A verdade é que o par ideal precisa equilibrar três coisas que nem sempre caminham juntas: estilo, conforto e proteção. E quando esse trio funciona, o acessório deixa de ser apenas detalhe e vira parte do seu dia a dia, quase como um relógio bem escolhido ou um sapato que realmente faz diferença.

Hoje, com tantas opções no mercado, fica fácil se perder entre formatos, lentes, cores, materiais e promessas de moda. E aí surge a pergunta que realmente importa: como escolher óculos de sol que valorizem sua imagem sem abrir mão da saúde dos olhos? Vale a pena refletir sobre isso, porque um modelo bonito, mas sem proteção adequada, pode custar caro no longo prazo. Neste guia, vou te mostrar como tomar essa decisão com mais segurança, praticidade e até um pouco de prazer. Afinal, escolher bem também faz parte da experiência.

Por que o óculos de sol certo é um investimento, não só um acessório

Por que o óculos de sol certo é um investimento, não só um acessório

Muita gente ainda trata óculos de sol como item sazonal, daqueles que aparecem só no verão ou nas férias. Só que a função dele vai muito além do visual. A exposição contínua aos raios UV pode contribuir para problemas como catarata, degeneração macular e até irritação ocular crônica. Ou seja, não é exagero dizer que escolher o modelo certo é uma forma de cuidado preventivo.

Ao mesmo tempo, a parte estética importa, sim. A armação certa pode suavizar traços, trazer presença ao rosto e até passar uma mensagem de personalidade. Há modelos que transmitem discrição, outros mais ousados, alguns clássicos, outros com ar fashionista. É quase como escolher a trilha sonora do look: muda tudo sem precisar falar uma palavra.

Aliás, se você quiser complementar esse cuidado com outras rotinas simples e úteis, pode conferir dicas como as do artigo sobre 5 passos para melhorar o sono, porque saúde também se constrói em pequenas decisões diárias.

Como unir estilo e proteção sem errar na escolha

Como unir estilo e proteção sem errar na escolha

Existe uma ideia meio comum de que óculos bonitos e óculos seguros vivem em lados opostos. Isso não é verdade. Hoje, dá para encontrar modelos elegantes com lentes de alta proteção, armações leves e materiais duráveis. A questão é saber o que observar antes de comprar.

1. Priorize a proteção UV

Esse é o ponto que não admite improviso. As lentes precisam oferecer proteção contra raios UVA e UVB, idealmente com 100% de bloqueio. Não adianta a lente ser escura e “com cara de premium” se não houver essa garantia. Na prática, uma lente escura sem filtro adequado pode ser pior do que não usar nada, porque a pupila dilata e deixa entrar ainda mais radiação.

Se for possível, procure informações na etiqueta, no certificado do fabricante ou com vendedores confiáveis. Em caso de dúvida, desconfie de promessas vagas. A saúde dos olhos não é lugar para aposta.

2. Escolha o formato certo para o seu rosto

Não existe fórmula mágica, mas existem combinações que costumam funcionar bem. Alguns exemplos ajudam bastante:

  • Rosto redondo: armações retangulares ou quadradas ajudam a alongar.
  • Rosto quadrado: modelos arredondados ou ovais suavizam os ângulos.
  • Rosto oval: costuma combinar com praticamente tudo, o que é uma pequena vantagem injusta.
  • Rosto triangular: armações com parte superior mais marcada equilibram a proporção.

Claro que regras existem para orientar, não para aprisionar. Às vezes, um modelo que teoricamente “não seria o ideal” fica excelente justamente porque conversa com seu estilo pessoal. E isso conta muito.

3. Pense na rotina, não só na foto

Tem gente que compra um óculos lindo, mas descobre depois que ele pesa no nariz, escorrega no rosto ou aperta atrás da orelha. Resultado? Fica esquecido na gaveta. O ideal é pensar no uso real. Você dirige com frequência? Caminha na rua? Passa muito tempo ao ar livre? Frequenta praia, parque ou trabalha em ambientes muito iluminados?

Para cada cenário, um tipo de lente ou armação pode fazer mais sentido. Um modelo esportivo pode ser ótimo para atividades ao ar livre. Já quem quer um visual urbano e versátil talvez prefira uma armação clássica, fácil de combinar com diferentes roupas. É como escolher um carro para cidade e estrada: o mais bonito nem sempre é o mais adequado para a sua realidade.

Materiais da armação: o que muda de verdade?

Materiais da armação: o que muda de verdade?

Na prática, o material interfere em conforto, durabilidade e até no acabamento visual. E isso afeta diretamente a experiência de uso. Veja uma comparação simples:

Material Vantagens Pontos de atenção Indicado para
Acetato Leve, estiloso, variedade de cores Pode ser mais volumoso Quem quer presença e conforto
Metal Elegante, discreto, sofisticado Nem sempre tão resistente a impacto Visual clássico e refinado
Policarbonato Leve, flexível e resistente Acabamento pode ser mais simples Uso diário e rotinas ativas
Titânio Extremamente leve e durável Costuma ter preço mais alto Quem busca alta performance e conforto prolongado

Se eu tivesse que resumir de forma prática: acetato costuma agradar quem quer um óculos com mais personalidade, enquanto o metal conversa melhor com quem prefere leveza visual. Mas a decisão final depende do quanto você valoriza durabilidade, peso e estética. Um modelo pode ser lindo no rosto e frustrante no uso diário, e isso acontece mais do que parece.

As lentes também contam a história do óculos

Não é só a armação que faz diferença. As lentes definem como você enxerga o mundo e como o mundo enxerga você. E isso vale tanto para o conforto quanto para o estilo. Algumas opções merecem atenção especial:

Lentes polarizadas

São ótimas para reduzir reflexos, especialmente em superfícies como água, asfalto molhado e vidro. Para dirigir ou praticar atividades ao ar livre, podem ser uma excelente escolha. A sensação costuma ser de “limpar” a imagem, quase como passar um pano na lente da visão.

Lentes espelhadas

Essas chamam atenção e têm apelo fashion forte. São boas para quem quer um visual mais marcante, mas vale lembrar que o espelhado é um acabamento, não uma garantia automática de proteção. É preciso conferir a qualidade técnica por trás do efeito.

Lentes degradê

Elas misturam uma parte mais escura com outra mais clara, criando um visual elegante e funcional. São boas para quem quer estilo sem abrir mão de ver melhor em diferentes condições de luz.

Lentes coloridas

Podem parecer uma escolha ousada, e realmente são. Tons como marrom, cinza, verde e âmbar afetam a percepção de contraste e conforto visual. Já lentes muito chamativas, como rosa ou azul, tendem a ser mais estéticas do que funcionais no dia a dia.

Aqui, uma dica honesta: se você quer um óculos para uso frequente, priorize lentes neutras e seguras. Se quer algo para compor looks específicos, aí sim vale ousar mais. É o tipo de escolha que separa compra inteligente de impulso de vitrine.

Como identificar qualidade sem virar especialista

Nem todo mundo entende de óptica, e tudo bem. Você não precisa decorar termos técnicos para fazer uma boa escolha. Basta observar alguns sinais práticos:

  1. Verifique se há indicação de proteção UV total.
  2. Teste o conforto no nariz e nas têmporas.
  3. Observe se a armação fica firme sem apertar.
  4. Cheque se a lente não distorce a visão.
  5. Prefira lojas e marcas confiáveis.

Uma boa dica é olhar para o óculos como olharia para um tênis de uso diário: se bonito, mas desconfortável, não vai funcionar. O mesmo vale para a armação. Você pode até se impressionar no primeiro momento, mas o uso real é quem decide a compra.

Para quem gosta de acompanhar tendências e referências de marcas, uma opção interessante é conhecer modelos como os óculos de sol Gucci, que combinam apelo fashion com uma proposta mais sofisticada. Ainda assim, vale lembrar: marca ajuda, mas não substitui a checagem de qualidade e proteção.

Erros comuns que muita gente comete na hora de comprar

Alguns deslizes aparecem com frequência e podem ser evitados facilmente. Veja os mais comuns:

  • Escolher apenas pela estética, sem conferir proteção UV.
  • Comprar armação pesada demais para uso prolongado.
  • Ignorar o encaixe no nariz e nas laterais do rosto.
  • Levar um modelo muito estiloso, mas pouco versátil para a rotina.
  • Não considerar a finalidade real do uso, como dirigir ou caminhar ao sol.

Já vi gente apaixonada por um modelo enorme e escultural, mas que quase escorregava toda vez que a pessoa sorria. É o tipo de situação que rende boas fotos, mas pouca praticidade. E, convenhamos, ninguém quer um acessório que exija mais atenção do que a própria vida.

Como combinar óculos de sol com seu estilo pessoal

Esse é o trecho mais divertido da escolha. Depois de pensar em proteção e conforto, chega a hora de olhar para a sua identidade. Você é mais clássico, moderno, esportivo, discreto ou ousado? O óculos pode reforçar esse traço de forma muito natural.

Se o seu estilo é clássico

Armações retangulares, pretas, marrons ou em metal costumam ser escolhas seguras. Elas passam elegância sem gritar por atenção. É aquele tipo de peça que conversa com camisa, blazer, camiseta básica e até roupa de fim de semana.

Se você gosta de moda e presença

Modelos grandes, geométricos ou com detalhes diferenciados podem funcionar muito bem. Aqui, vale brincar com acetato, cores e lentes marcantes. Só não esqueça da harmonia geral do rosto.

Se a prioridade é praticidade

Prefira leveza, encaixe confortável e lentes com boa resistência. Um óculos prático é como uma caneta que escreve bem: quando funciona, você nem percebe, só usa.

Onde o estilo encontra a saúde: o equilíbrio ideal

O melhor óculos de sol não é necessariamente o mais caro, o mais famoso ou o mais fotogênico. É aquele que protege seus olhos, encaixa bem no rosto e ainda faz você se sentir bem ao se olhar no espelho. Parece simples, mas encontrar esse equilíbrio exige atenção. E talvez seja justamente essa a graça da escolha: ela revela um pouco da sua personalidade e do quanto você valoriza o próprio cuidado.

Se eu pudesse resumir em uma frase, diria que o óculos ideal é aquele que você quer usar sem esforço. Quando ele vira parte natural da rotina, a chance de ficar parado na gaveta desaparece. E isso vale muito mais do que comprar por impulso um modelo bonito que não conversa com seu dia a dia.

Aliás, se você já passou pela situação de comprar algo “porque estava na promoção” e depois perceber que não usou quase nunca, sabe exatamente do que estou falando. Com óculos de sol, essa decisão pode ser ainda mais importante, porque envolve imagem e saúde ao mesmo tempo.

Dicas finais para acertar na compra

  • Experimente o óculos com calma, não tenha pressa.
  • Observe sua expressão no espelho em luz natural.
  • Pense nas roupas que você mais usa no cotidiano.
  • Confira a proteção UV antes de valorizar só a marca.
  • Se possível, teste mais de um formato antes de decidir.

No fim das contas, escolher o óculos de sol perfeito é um exercício de equilíbrio. Você precisa olhar para o espelho, mas também para o sol. Precisa pensar no seu rosto, mas também na sua rotina. Precisa gostar do que vê, sem esquecer do que não dá para ver, como a proteção invisível das lentes.

E talvez seja isso que torna a escolha tão interessante: ela junta utilidade, vaidade, saúde e personalidade numa peça só. Quando tudo encaixa, o óculos deixa de ser acessório e vira assinatura.

Perguntas frequentes sobre como escolher óculos de sol

1. Toda lente escura protege os olhos?

Não. A cor da lente não garante proteção UV. O ideal é verificar se o óculos oferece bloqueio de 100% contra raios UVA e UVB.

2. Óculos polarizado é sempre melhor?

Não necessariamente. Ele é excelente para reduzir reflexos, mas a escolha depende do uso. Para dirigir e atividades ao ar livre, costuma ser uma ótima opção.

3. Como saber se a armação combina com meu rosto?

Observe o equilíbrio entre o formato do rosto e o desenho da armação. Em geral, formatos opostos tendem a harmonizar melhor, mas o estilo pessoal também pesa bastante.

4. Vale a pena investir em um óculos mais caro?

Se ele entrega conforto, durabilidade e proteção real, sim. Mas preço alto sozinho não é sinônimo de qualidade. O ideal é avaliar conjunto de fatores.

5. Posso usar óculos de sol todos os dias?

Sim, especialmente em ambientes externos com muita luz. O importante é que ele tenha boa proteção e seja confortável para uso prolongado.

Conforto térmico: Tudo que você precisa saber antes de climatizar sua casa
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Conforto térmico: Tudo que você precisa saber antes de climatizar sua casa

Comprar um ar-condicionado parece simples até o momento em que a conta de luz chega, o quarto fica gelado demais ou a sala continua abafada mesmo depois de horas ligada.

E aí vem a pergunta que muita gente se faz tarde demais: como criar conforto térmico de verdade dentro de casa, sem transformar a climatização em dor de cabeça?

Esse assunto vai muito além de escolher um aparelho bonito ou “forte”. Envolve entender o tamanho do ambiente, a incidência de sol, a circulação do ar, a rotina da casa e até detalhes que passam despercebidos, como cortinas, vedação de janelas e o tipo de uso do espaço.

Se você já sentiu que um ambiente é agradável em um dia e insuportável no outro, sabe bem que temperatura não é só número no painel.

O que é conforto térmico, afinal?

O que é conforto térmico, afinal?

Conforto térmico é o estado em que o corpo se sente bem em relação à temperatura e à umidade do ambiente. Em termos simples: nem calor que dá moleza, nem frio que faz bater os dentes.

Só que esse equilíbrio varia de pessoa para pessoa. Tem gente que acha 23 graus perfeito; outras pessoas já querem um cobertor. É quase como escolher café: o “ideal” muda conforme o gosto e o momento.

Na prática, o conforto térmico depende de fatores como:

  • temperatura do ar;
  • umidade relativa;
  • ventilação natural ou mecânica;
  • exposição ao sol;
  • isolamento térmico da construção;
  • quantidade de pessoas e eletrônicos no ambiente.

Por isso, climatizar uma casa não é simplesmente instalar um aparelho e pronto. É mais parecido com montar uma receita: cada ingrediente influencia o resultado final.

Antes de comprar: o que observar na sua casa

Antes de comprar: o que observar na sua casa

Se existe um erro clássico é comprar o equipamento sem olhar o ambiente. Saber qual o melhor ar-condicionado, aquele com capacidade ideal e não um inadequada que pode vir consumir mais energia e entregar menos conforto. É como tentar empurrar um carrinho de supermercado lotado com uma mão só: esforço demais para resultado de menos.

Tamanho do ambiente

O primeiro passo é medir o espaço. Sala, quarto, escritório, cozinha aberta: cada tipo de ambiente pede atenção diferente. O volume do cômodo, e não apenas a metragem, faz diferença. Pé-direito alto, por exemplo, aumenta a área a ser resfriada.

Incidência solar

Ambientes que recebem sol direto durante muitas horas ficam naturalmente mais quentes. Se a janela pega sol da tarde, provavelmente o aparelho precisará trabalhar mais. Aqui, cortinas blackout, persianas e películas podem ajudar bastante. Às vezes, uma solução simples já reduz o esforço do equipamento.

Quantidade de pessoas e aparelhos

Uma sala com duas pessoas assistindo TV não gera a mesma carga térmica de um home office com computador, impressora e três moradores circulando o tempo todo. Cada corpo e cada eletrônicos “esquentam” o ambiente. Isso pode parecer detalhe, mas muda tudo na hora de calcular a potência ideal.

Como escolher a capacidade certa do ar-condicionado

Como escolher a capacidade certa do ar-condicionado

A capacidade do ar-condicionado é medida em BTUs. Essa sigla é a alma da escolha. Um aparelho subdimensionado sofre para gelar; um superdimensionado pode ligar e desligar o tempo todo, desperdiçando energia e deixando a sensação térmica instável.

Uma forma prática de pensar é esta: quanto mais quente, maior o cômodo, mais pessoas usando e mais sol entrando, maior tende a ser a necessidade de BTUs. Simples? Em teoria, sim. Na vida real, a conta exige mais atenção.

Exemplo cotidiano

Pense em dois quartos do mesmo tamanho. Um fica em uma parede voltada para o sol da manhã e tem computador ligado o dia inteiro. O outro é mais sombreado e usado apenas à noite. Mesmo com a mesma metragem, o segundo provavelmente exigirá menos esforço do ar. É por isso que a “regra geral” funciona só como ponto de partida.

Comparando os principais tipos de climatização

Antes de decidir, é útil entender as opções mais comuns. Nem sempre o ar-condicionado tradicional é a única resposta. Em alguns casos, ventilação, exaustão e soluções híbridas fazem mais sentido. Abaixo, uma comparação simples:

Tipo Vantagens Desvantagens Indicação
Ar-condicionado Split Silencioso, eficiente, boa estética Instalação mais complexa, custo maior Quartos, salas e escritórios
Ar-condicionado de janela Instalação mais simples, custo inicial menor Mais barulhento, menos discreto Ambientes menores e estruturas específicas
Ventilador Baixo consumo, preço acessível Não reduz temperatura real Climas amenos e apoio à circulação de ar
Climatizador Ajuda em ambientes secos, consumo moderado Eficiência limitada em locais muito quentes e úmidos Regiões secas ou uso complementar

Se eu fosse resumir de forma honesta, diria o seguinte: para quem busca conforto real em regiões quentes, o ar-condicionado ainda costuma ser o caminho mais consistente. Mas isso não significa que seja sempre a melhor escolha. Às vezes, a casa inteira pede uma estratégia mais inteligente do que simplesmente instalar um aparelho forte em um único cômodo.

Eficiência energética: onde mora o gasto escondido

Esse ponto merece atenção especial, porque muita gente compra olhando só o preço na etiqueta e depois se assusta com o consumo. O aparelho ideal não é apenas aquele que gela mais rápido, mas o que entrega conforto com eficiência.

Hoje, modelos com tecnologia inverter costumam ser bem vistos justamente por manterem a temperatura estável com menor variação de consumo. Na prática, isso pode representar uma diferença real ao longo dos meses. Não é mágica, é engenharia trabalhando a favor da rotina.

O que observar na etiqueta

  • classe de eficiência energética;
  • consumo estimado em kWh;
  • nível de ruído;
  • tipo de gás refrigerante;
  • funções extras, como timer e modo sleep.

Aliás, se a intenção também for melhorar noites mal dormidas, vale conferir dicas em 5 passos para melhorar o sono. Um quarto bem climatizado ajuda bastante, mas ele funciona ainda melhor quando faz parte de uma rotina de descanso minimamente organizada.

Instalação: o detalhe que muita gente subestima

Tem coisa que parece burocrática, mas faz toda a diferença. Uma instalação malfeita pode causar perda de eficiência, vazamentos, ruído excessivo e até manutenção precoce. Em outras palavras, é o tipo de economia que sai caro depois.

Alguns pontos importantes:

  1. Escolha um profissional qualificado.
  2. Verifique a estrutura elétrica da casa.
  3. Defina o melhor ponto de instalação para distribuir o ar com equilíbrio.
  4. Observe drenagem, vedação e posição da condensadora.
  5. Evite improvisos que comprometam a garantia.

Uma instalação bem pensada é como calçar um sapato do tamanho certo. Se aperta, incomoda. Se sobra, atrapalha. O aparelho pode até ser bom, mas, mal instalado, perde parte do seu potencial.

Como reduzir calor sem depender só do ar-condicionado

Nem tudo precisa ser resolvido com máquina. Aliás, um bom projeto de conforto térmico combina tecnologia e hábitos simples. Isso vale especialmente para quem quer reduzir a carga sobre o equipamento e economizar energia.

Medidas práticas que ajudam muito

  • usar cortinas térmicas ou blackout;
  • fechar portas e janelas nos horários mais quentes;
  • ventilar a casa nas horas mais frescas;
  • evitar lâmpadas muito quentes;
  • manter filtros limpos;
  • usar plantas e sombreamento externo, quando possível.

Esses ajustes parecem pequenos, mas somados criam um efeito de “casa mais leve”. E isso é bonito de perceber no dia a dia. A sala deixa de ser uma estufa, o quarto fica mais convidativo e a sensação ao chegar em casa muda completamente.

Quando vale investir em climatização completa

Em algumas casas, resolver um cômodo não basta. Ambientes integrados, imóveis em regiões muito quentes e famílias com rotinas longas dentro de casa podem se beneficiar de uma solução mais abrangente. É o caso de pessoas que trabalham em home office, têm crianças pequenas ou idosos em casa, ou simplesmente não suportam ambientes abafados.

Nessas situações, vale pensar em climatização como investimento em bem-estar diário. Não é luxo, é funcionalidade. Assim como ninguém gosta de cozinhar em uma cozinha sem exaustão, ninguém quer viver em uma casa que parece não respirar.

Uma forma simples de decidir sem se perder em tecnicismo

Se você está em dúvida, faça estas três perguntas:

  • Qual ambiente eu realmente quero climatizar?
  • Esse espaço esquenta por causa do sol, de aparelhos ou de uso intenso?
  • Quero apenas aliviar o calor ou buscar conforto estável o ano inteiro?

Responder isso já afunila bastante a escolha. Muita gente entra na loja querendo “o mais forte possível”, mas isso nem sempre resolve. Às vezes, o melhor ar-condicionado é o que conversa bem com a casa, e não o que tem o número mais alto na etiqueta.

Um olhar honesto sobre custo-benefício

Vamos falar com franqueza: conforto térmico custa. Pode custar na compra, na instalação e na conta de energia. Mas o desconforto contínuo também custa, só que de outro jeito. Piora o sono, reduz a produtividade, gera irritação e faz a casa parecer menos acolhedora.

Então o verdadeiro custo-benefício não está em pagar menos na hora, e sim em acertar a decisão. Isso inclui analisar o espaço, pensar na manutenção, comparar modelos e considerar o uso real da residência. Parece trabalhoso? Um pouco. Mas é melhor do que gastar duas vezes.

Pequenos ajustes que mudam a sensação de conforto

Para fechar a parte prática, aqui vai uma lista de ajustes que muita gente ignora, mas que fazem diferença real:

  • evite deixar portas abertas em ambientes climatizados;
  • limpe os filtros com regularidade;
  • não bloqueie a saída de ar com móveis;
  • prefira tecidos leves em cortinas e roupas de cama;
  • programe o aparelho para horários mais estratégicos;
  • combine ventilação natural com uso inteligente do ar.

No fim, climatizar a casa é um pouco como ajustar o tom de uma conversa. Se está muito alto, incomoda. Se está muito baixo, ninguém entende. O ponto ideal é aquele em que o corpo relaxa sem esforço e a rotina flui melhor.

FAQ

1. Qual a principal diferença entre ventilador e ar-condicionado?

O ventilador apenas movimenta o ar, criando sensação de frescor. Já o ar-condicionado reduz a temperatura do ambiente e, em muitos casos, também controla a umidade.

2. Ar-condicionado inverter realmente economiza energia?

Em geral, sim. Ele tende a manter a temperatura estável com menos picos de consumo, o que pode ser vantajoso no uso contínuo.

3. Como saber quantos BTUs meu ambiente precisa?

É preciso considerar metragem, incidência solar, número de pessoas, eletrônicos e finalidade do cômodo. Uma avaliação técnica é a forma mais segura de acertar.

4. Climatizador substitui ar-condicionado?

Não necessariamente. O climatizador pode ajudar em ambientes secos, mas costuma ter efeito mais limitado em locais muito quentes ou úmidos.

5. A manutenção influencia no conforto térmico?

Sim. Filtros sujos, vazamentos ou instalação inadequada reduzem desempenho, aumentam consumo e prejudicam a sensação de conforto dentro de casa.

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5 Passos para melhorar o sono

Dormir bem é uma necessidade física crucial para manter a saúde em dia. A maior parte das pessoas já observou a diferenciação de comportado após uma noite ‘mal dormida’, quando o cansaço e impaciência costumam tomar conta do comportamento. E para dormir melhor temos cinco boas dicas para ajudar. Saiba mais!

Quantas horas precisamos dormir?

Em algum momento você já deve ter lido ou ouvido em algum programa televisivo que oito horas de sono é considerada a noite perfeita. É verdade? Segundo a Organização Mundial de saúde este seria o período ideal para o corpo descansar. O corpo humano é uma máquina em perfeito funcionamento e com necessidades de períodos de descanso. É como um smarthphone: precisamos de uma recarga para melhor funcionar.

Não existe uma regra de quanto mais dormir melhor. Mas é importante deixar o corpo em repouso por algumas horas. A indicação médica é de no mínimo seis horas de sono e no máximo 10 por dia para evitar a fadiga constante. Pessoas com sono prolongado também tendem a acordar com letargia e costumam ficar cansadas o dia todo mesmo a mente estando descansada. Dormir demais, portanto, não faz bem. Pesquisas recentes, contudo, informam que esta necessidade é apenas cerebral e não do corpo como um todo. Coração, pulmões e sistema digestivo funcionam perfeitamente mesmo sem dormir bem.

Dicas e 5 Passos para melhorar o sono

Infelizmente para algumas pessoas o ato de dormir não corresponde a apenas deitar na cama. O repouso pode ser dificultado por algumas situações como insônia, dores e até mesmo a ausência de vontade de dormir. Para ajudar temos cinco dicas a seguir.

Evite exercícios físicos durante à noite

Nosso organismo acelera para a queima de calorias durante atividades físicas. Quando elas são praticadas no turno da noite tendem a deixar o corpo em atividade máxima por um longo período.  O ideal é manter a prática esportiva no período da manhã, quando necessitamos de mais energia para ter um dia de plena atividade. Mas se a noite é o único horário disponível, tente finalizar o exercício até duas horas antes de ir para a cama.

Evite mexer em eletrônicos antes de dormir

O corpo continua funcionando (um pouco mais lentamente) em plena atividade após a mente despertar. Mas o segredo de uma boa noite de sono está sempre em estar tranquilo. É comum pessoas com um problema grande ou tensão no trabalho não dormirem bem porque a mente está continuamente pensando em soluções.  Usar eletrônicos como tablets e smarthphones podem ativar áreas cerebrais importantes para uma boa noite de sono. Tente evitar ao máximo. Também vale evitar jogos de vídeo games e qualquer atividade que deixe a mente agitada.

Evite o café no jantar

Cafeína é um ótimo estimulante do organismo. Funciona muito bem quando há a necessidade de manter o corpo em plena atividade e atrapalha e muito o sono. Suspensa a ingestão do café após as 18h e possivelmente dormirá melhor.

Tente meditação antes de dormir

Pode ser apenas um mantra como o praticado no yoga ou ouvir músicas relaxantes. O importante é saber que a meditação costuma desligar o cérebro de algumas atividades e com isso há o relaxamento mental, deixando a mente propícia ao sono.

Use roupas confortáveis

Quando a mente está inquieta qualquer roupa desconfortável atrapalha o sono. O ideal é dormir com peças as quais não apertem em nada e se adequem ao clima local. Frio intenso ou calor excessivo também atrapalham o sono.

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Qual Melhor Horário para Tomar Suco Verde?

Em 2014 diversas atrizes globais se declararam adeptas do suco verde e ele passou a ser a bebida preferida de quem cuida da alimentação e do corpo. Isso, pois o suco verde, feito com folhas verdes, frutas, legumes, brotos ou sementes, traz diversos benefícios ao corpo.

Quando o suco verde é feito com os ingredientes adequados, é capaz de acelerar o metabolismo, ajudar no funcionamento do organismo para eliminar todas as substâncias em excesso, dar energia e melhorar a pele, pois possui muitos nutrientes.

Como o suco verde ajuda na eliminação de toxinas acumuladas no nosso corpo, quem quer emagrecer pode combinar o suco verde com uma alimentação balanceada, evitando alimentos gordos, como frituras e doces. Apenas o suco verde não fará milagre, incorporado a uma alimentação saudável e exercícios, fará bem para a saúde e ajudará você a eliminar alguns quilos e centímetros!

Fresh juice

Mas afinal, qual o melhor horário para tomar Suco Verde e garantir todos esses benefícios?

O ideal é tomar um copo de suco feito com folhas verdes, frutas, legumes e sementes ou brotos no período da manhã, em jejum, pois assim o corpo está há um bom tempo sem receber alimentos e absorve os nutrientes de maneira mais fácil.

Para ser mais eficiente a ação do suco verde, é ainda melhor que você espere aproximadamente 30 minutos para tomar seu café da manhã. Mas se você prefere comer antes, a nossa sugestão é esperar 2 horas para beber o suco verde, para garantir que o suco seja absorvido com todas as vitaminas, fibras e minerais.

Se você é daquelas pessoas que utilizam demasiadamente a função soneca do celular e acaba tendo poucos minutos para se arrumar e sair, sem sobrar tempo para fazer o suco verde, não pense que o horário do seu suco está perdido! Você pode inseri-lo na sua alimentação e tomá-lo em qualquer outro horário, ele é, inclusive, uma alternativa para as pessoas que não costumam ingerir salada nas refeições.

Outra opção de horário é tomar o suco verde como última refeição do dia, antes de dormir. Mas lembre-se de tomar o suco verde pelo menos 2 horas após ter feito a última refeição, seja qual for o horário que não seja em jejum.

E qual é a Receita certa do Suco Verde?

Certamente você já viu e ouviu diversas receitas de suco verde e deve ter ficado se perguntando qual é a certa. Porém, não existe uma receita padrão do suco, assim você pode combinar os ingredientes de acordo com o seu gosto e com o que você tem na sua despensa, além de poder variar a receita.

O que você não pode fazer é pegar todas as receitas que você já viu e reuni-las em uma única, pois seu suco ficará calórico e o gosto pode ficar estranho. E se você tem hipotireoidismo, recomenda-se utilizar folhas verdes apenas duas vezes por semana!

A nossa dica é que na hora de fazer seu suco verde, você use, NO MÁXIMO, dois tipos de folhas verdes (espinafre, couve, couve-flor, rúcula, brócolis), frutas (banana, maçã, abacaxi, limão, morango, pera, laranja) e legumes (cenoura, pepino, beterraba). E APENAS um tipo de especiaria (pimenta, gengibre), erva fresca (manjericão, hortelã) e semente (linhaça, chia, quinoa). O ideal é que as folhas sejam frescas, mas você pode resolver isso as congelando!

Separamos a nossa receita preferida para compartilhar com você, assim você se encantará com o suco verde e vai querer experimentar novos sabores. Confira!

Suco verde com limão

Ingredientes:

  • 1 limão;
  • 2 maçãs;
  • 1/4 cenoura;
  • 1 folha de couve;
  • 1 punhado de hortelã;
  • 100 ml de água de coco natural.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe e sirva com bastante gelo.